Duas coisas que me chamaram atenção hoje:
A primeira é breve, um adesivo colado perto do cobrador do ônibus que eu estava dizia "amigo não é aquele que separa a briga...mas sim, aquele que chega dando VOADORA."
A segunda nem é tão breve assim e sinto que não vou conseguir descrever tão bem quanto eu gostaria.
Eu estava no ônibus lotado. Todas as janelas fechadas, como é de costume em dias de chuva, o ar estava abafado. Normalmente fico prestando atenção em tudo que acontece do outro lado da janela, mas dessa vez o adesivo ai de cima prendeu muito minha atenção. Já perto de chegar no meu ponto, logo apos o cemitério da cardeal, o ônibus parou, o transito tava horrível, olhei pela janela o ônibus, estava parado na frente de uma espécie de garagem de casa, sabe..umas que são fechadinhas. Mas dentro tinha um pequeno altar e cinco fileiras de cadeiras brancas de plástico. Olhando, parecia uma daquelas igrejinhas que tem no sertão, no meio do nada...a parede tinha aquele verde desbotado pela umidade que contrastava com uns panos coloridos em cima do altar e com o chão vermelho de pedra. A noite estava escura e lá dentro tudo parecia iluminado por uma luz fria. Parecia tão vazio, abandonado, quase uma igreja surreal e fantasma. Olhei com mais calma, notei que o ambiente era composto por pessoas também. Varias....elas estavam ajoelhadas no chão, cada uma de frente pra sua cadeira, com os cotovelos apoiados onde deveriam estar sentadas e com as mãos no rosto. Todas em um suplicio silencioso e solitário. E o ônibus, andou....
A primeira é breve, um adesivo colado perto do cobrador do ônibus que eu estava dizia "amigo não é aquele que separa a briga...mas sim, aquele que chega dando VOADORA."
A segunda nem é tão breve assim e sinto que não vou conseguir descrever tão bem quanto eu gostaria.
Eu estava no ônibus lotado. Todas as janelas fechadas, como é de costume em dias de chuva, o ar estava abafado. Normalmente fico prestando atenção em tudo que acontece do outro lado da janela, mas dessa vez o adesivo ai de cima prendeu muito minha atenção. Já perto de chegar no meu ponto, logo apos o cemitério da cardeal, o ônibus parou, o transito tava horrível, olhei pela janela o ônibus, estava parado na frente de uma espécie de garagem de casa, sabe..umas que são fechadinhas. Mas dentro tinha um pequeno altar e cinco fileiras de cadeiras brancas de plástico. Olhando, parecia uma daquelas igrejinhas que tem no sertão, no meio do nada...a parede tinha aquele verde desbotado pela umidade que contrastava com uns panos coloridos em cima do altar e com o chão vermelho de pedra. A noite estava escura e lá dentro tudo parecia iluminado por uma luz fria. Parecia tão vazio, abandonado, quase uma igreja surreal e fantasma. Olhei com mais calma, notei que o ambiente era composto por pessoas também. Varias....elas estavam ajoelhadas no chão, cada uma de frente pra sua cadeira, com os cotovelos apoiados onde deveriam estar sentadas e com as mãos no rosto. Todas em um suplicio silencioso e solitário. E o ônibus, andou....
4 comentários:
Nossa Lu que descrição boa, criei todo o cenário na minha cabeça...bizarra essa cena...
Esse adesivo... acho que já li algumas pérolas dessas na net, essas coisas que vivem circulando por ai... não lembro outra frase agora...
Luuuu!!!
nhaaa eu to morena sabia?!
pintei u kblo de pretu =P
fico estranhu e eu gostei =))
e ao contrario de vc SABE...eu tirei ft...
passa la nu flog
=***
Comi o acarajé da Dinha no Rio Vermelho! Adorei!!! Tb comi a moqueca do Ki muqueca, maravilhosa!!!
Valeu pela indicação
ai...que inveja domeck!!!!
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